domingo, 26 de setembro de 2010

Informática na educação: instrucionismo x construcionismo

 

      O computador pode ser usado na educação como máquina de ensinar . O uso do computador como máquina de ensinar consiste na informatização dos métodos de ensino tradicionais. Do ponto de vista pedagógico esse é o paradigma instrucionista. O computador, através de suas ferramentas, dispõe de uma série de informações e essas informações são passadas ao aluno na forma de um tutorial. Além disso, esses sistemas podem fazer perguntas e receber respostas no sentido de verificar se a informação foi retida. Essas características são bastante desejadas em um sistema de ensino instrucionista já que a tarefa de administrar o processo de ensino pode ser executado pelo computador, livrando o professor da tarefa de correção de provas e exercícios.
     Embora, nesse caso o paradigma pedagógico ainda seja o instrucionista, esse uso do computador tem sido caracterizado, erroneamente, como construtivista, no sentido piagetiano, ou seja, para propiciar a construção do conhecimento na "cabeça" do aluno. Como se o conhecimento fosse construído através tijolos (informação) que devem ser justapostos e sobrepostos na construção de uma parede. Nesse caso, o computador tem a finalidade de facilitar a construção dessa "parede", fornecendo "tijolos" do tamanho mais adequado, em pequenas doses e de acordo com a capacidade individual de cada aluno.
      Com o objetivo de evitar essa noção errônea sobre o uso do computador na educação, Papert denominou de construcionista a abordagem pela qual o aprendiz constrói, por intermédio do computador, o seu próprio conhecimento (Papert, 1986). Ele usou esse termo para mostrar um outro nível de construção do conhecimento: a construção do conhecimento que acontece quando o aluno constrói um objeto de seu interesse, como uma obra de arte, um relato de experiência ou um programa de computador. Na noção de construcionismo de Papert existem duas idéias que contribuem para que esse tipo de construção do conhecimento seja diferente do construtivismo de Piaget. 
      Entretanto, na minha opinião, o que contribui para a diferença entre essas duas maneiras de construir o conhecimento é a presença do computador - o fato de o aprendiz estar construindo algo usando o computador (computador como máquina para ser ensinada). Nesse caso, o computador requer certas ações que são bastante efetivas no processo de construção do conhecimento.
     Esse processo de reflexão pode produzir diversos níveis de abstração, os quais, de acordo com Piaget (Piaget, 1977; Mantoan, 1991), provocará alterações na estrutura mental do aluno. O nível de abstração mais simples é a abstração empírica, que permite ao aluno extrair informações do objeto ou das ações sobre o objeto, tais como a cor e a forma do objeto. A abstração pseudo-empírica permite ao aprendiz deduzir algum conhecimento da sua ação ou do objeto. A abstração reflexiva permite a projeção daquilo que é extraído de um nível mais baixo para um nível cognitivo mais elevado ou a reorganização desse conhecimento em termos de conhecimento prévio (abstração sobre as próprias idéias do aluno).
    As ações que o aluno realiza na interação com o computador e os elementos sociais que permeiam e suportam a sua interação com o computador estão mostrados no diagrama abaixo. 

INSTRUCIONISMO E CONSTRUCIONISMO
Características do instrucionismo:
-Máquina de ensinar
-Behaviorismo
-Skinner
-Reforço positivo
CONSTRUCIONISMO:
-Máquinas das crianças
-Papert
-Aprendizagem baseada em problemas em uma perspectiva Piaget
-Indivíduo/Coletivamente
-Autonomia
-Mediação

 REFERÊCIA BIBLIOGRÁFICA:
http://www.serprofessoruniversitario.pro.br/
Informática na educação: instrucionismo x construcionismo
Autor: texto original de josé Armando Valente e complemento Cleidiane Barbosa.


COMANDO LOGO

O termo "Informática na Educação" tem assumido diversos significados dependendo da visão educacional e da condição pedagógica em que o computador é utilizado. O Núcleo de Informática Aplicada a educação (NIED) têm atuado segundo uma abordagem de uso do computador na educação onde a "Informática na Educação" significa a inserção do computador no processo de aprendizagem dos conteúdos curriculares de todos os níveis e modalidades de educação.
A abordagem que usa o computador como meio para transmitir a informação ao aluno mantém a prática pedagógica vigente. Na verdade, o computador está sendo usado para informatizar os processos de ensino que já existem. Isso tem facilitado a implantação do computador na escola pois não quebra a dinâmica por ela adotada. Essa é uma experiecia do atual governo ,especificamente do projeto "um computador por aluno". Para o professor ser capaz de usar o computador nessa abordagem basta ser treinado nas técnicas de uso de cada software. No entanto, os resultados em termos da adequação dessa abordagem no preparo de cidadãos capazes de enfrentar as mudanças que a sociedade está passando são questionáveis. Tanto o ensino tradicional quanto sua informatização preparam um profissional obsoleto.
Por outro lado, o uso do computador na criação de ambientes de aprendizagem que enfatizam a construção do conhecimento apresenta enormes desafios. Primeiro, implica em entender o computador como uma nova maneira de representar o conhecimento provocando um redimensionamento dos conceitos já conhecidos e possibilitando a busca e compreensão de novas idéias e valores. Usar o computador com essa finalidade requer a análise cuidadosa do que significa ensinar e aprender bem como demanda rever o papel do professor nesse contexto. Segundo, a formação desse professor envolve muito mais do que prover o professor com conhecimento sobre computadores. O preparo do professor não pode ser uma simples oportunidade para passar informações mas deve propiciar a vivência de uma experiência. É o contexto da escola, a prática dos professores e a presença dos seus alunos que determinam o que deve ser abordado nos cursos de formação. Assim, o processo de formação deve oferecer condições para o professor construir conhecimento sobre as técnicas computacionais e entender por que e como integrar o computador na sua prática pedagógica.

Quando o aluno usa o Logo gráfico para resolver um problema, sua interação com o computador é mediada pela linguagem Logo, mais precisamente, por procedimentos definidos usando a linguagem Logo de programação. Essa interação é uma atividade que consiste de uma ação de programar o computador ou de "ensinar" a Tartaruga a como produzir um gráfico na tela. O desenvolvimento do programa (procedimentos) se inicia com uma idéia de como resolver o problema ou seja, como produzir um determinado gráfico na tela. Essa idéia é passada para a Tartaruga na forma de uma seqüência de comandos do Logo. Essa atividade pode ser vista como o aluno agindo sobre o objeto "computador". Entretanto, essa ação implica na descrição da solução do problema usando comandos do Logo (procedimentos Logo).
O computador, por sua vez, realiza a execução desses procedimentos. A Tartaruga age de acordo com cada comando, apresentando na tela um resultado na forma de um gráfico. O aluno olha para a figura que está sendo construída na tela e para o produto final e faz uma reflexão sobre essas informações.


LOGO:
- Quadrado
-Retângulo
-Triângulo equilátero
-Pentagono
-Hexagono
- Comando REPITA
-Comando APRENDA
-UL: use lápis
-UB: use borracha
TRIÂNGULO;
aprenda triângulo
ul
repita 3[pf 100 pf 120]
HEXÁGONO;
repita 6 [pf 100 pf 60]


 Análise da contribuição de Vigotsky para a didática em sala de aula e a relação de Vigotsky com a Engenharia Pedagogica e Engenharia Didática.
MEDIAÇÃO-VIGOTSKY: sociedade na formação da intelectualidade humana.
RELAÇÃO-INVENTOR-USUÁRIO: desenvolvimento de ações pedagógicas interventiva.
PRODUTO: Engenharia pedagogica, análise preliminar, concepção do Designer pedagógico, realização do material, validação, difusão/avaliação do produto, gestão de erros do produto.
PROCESSO: Engenharia didática ánalise preliminar, experimentação, analise a posteriori.
PALAVRAS-CHAVES:  Diagnóstico, planejamento, testagem, avaliação, corrigir erros.

Núcleo de informática aplicada a educação



O trabalho de pesquisa do Nied é baseado na metodologia Logo de ensino-aprendizagem, desenvolvida no Massachusetts Institute of Technology (MIT) pelo Professor Seymour Papert. Resumidamente, esta metodologia propõe situações de aprendizagem em que o aluno constrói o seu conhecimento através do computador.
No processo de resolver um problema através do computador, o aluno descreve a resolução deste problema segundo uma linguagem de programação (no caso, o Logo). O computador, por sua vez, executa este programa e apresenta um resultado, permitindo ao aluno o confronto de suas idéias com esse resultado. Se algo aconteceu errado, o aluno pode depurar seu programa e identificar a origem do erro. O processo de depuração permite a aquisição de conceitos ou estratégias, que elevarão o aluno a melhorar seu programa e conseqüentemente, suas idéias.
Assim, na metodologia Logo de ensino-aprendizagem a ênfase não está na aprendizagem em seu sentido estrito - instrução, transmissão de informações -, mas na construção de conhecimento, fruto do esforço intelectual do aluno.
O ambiente de aprendizagem baseado no Logo usa o computador para permitir que aprendizes, com uma ampla variedade de estilos de aprendizagem, tenham acesso aos conhecimentos, possibilitando ao professor utilizar diversas abordagens para provocar a aprendizagem de seus alunos.
Essa metodologia de ensino-aprendizagem pode ser implementada com outras linguagens de programação, bem como aplicada a diferentes domínios do conhecimento e com diferentes populações.
A expansão do potencial do computador, dos domínios do conhecimento e das populações têm sido uma das metas das pesquisas do Nied.

ERA DIGITAL: PLANO DE ADAPTAÇÃO

Como vivemos a chamada "Era Digital", foi necessário rever os velhos ditados populares e adaptá-los à nova realidade...

1. A pressa é inimiga da conexão.

2. Amigos, amigos, senhas à parte.

3. A arquivo dado não se olha o formato.

4. Diga-me que chat frequentas e te direi quem és.

5. Para bom provedor uma senha basta.

6. Não adianta chorar sobre arquivo deletado.

7. Em briga de namorados virtuais não se mete o mouse.


8. Hacker que ladra, não morde.

    9. Mais vale um arquivo no HD do que dois baixando.

10. Mouse sujo se limpa em casa.

11. Melhor prevenir do que formatar.

12. Quando um não quer, dois não teclam.

13. Quem clica seus bons ares multiplica.

14. Quem com vírus infecta, com vírus será infectado.

15. Quem envia o que quer, recebe o que não quer...

16. Quem não tem banda larga, caça com modem.

17. Quem semeia e-mails, colhe spams.

18. Quem tem dedo vai a Roma.com

19. Vão-se os arquivos, ficam os back-ups.

20. Na informática nada se perde, nada se cria, tudo se copia...


segunda-feira, 20 de setembro de 2010

PIAGET E VYGOTSKY - Diferenças e semelhanças

Do que foi visto, é possível afirmar que tanto Piaget como Vygotsky concebem a criança como um ser ativo, atento, que constantemente cria hipóteses sobre o seu ambiente. Há, no entanto, grandes diferenças na maneira de conceber o processo de desenvolvimento. As principais delas, em resumo, são as seguintes:
A) QUANTO AO PAPEL DOS FATORES INTERNOS E EXTERNOS NO DESENVOLVIMENTO
Piaget privilegia a maturação biológica; Vygotsky, o ambiente social, Piaget, por aceitar que os fatores internos preponderam sobre os externos, postula que o desenvolvimento segue uma seqüência fixa e universal de estágios. Vygotsky, ao salientar o ambiente social em que a criança nasceu, reconhece que, em se variando esse ambiente, o desenvolvimento também variará. Neste sentido, não se pode aceitar uma visão única, universal, de desenvolvimento humano.
B) QUANTO À CONSTRUÇÃO REAL
Piaget acredita que os conhecimentos são elaborados espontaneamente pela criança, de acordo com o estágio de desenvolvimento em que esta se encontra. A visão particular e peculiar (egocêntrica) que as crianças mantêm sobre o mundo vai, progressivamente, aproximando-se da concepção dos adultos: torna-se socializada, objetiva. Vygotsky discorda de que a construção do conhecimento proceda do individual para o social. Em seu entender a criança já nasce num mundo social e, desde o nascimento, vai formando uma visão desse mundo através da interação com adultos ou crianças mais experientes. A construção do real é, então, mediada pelo interpessoal antes de ser internalizada pela criança. Desta forma, procede-se do social para o individual, ao longo do desenvolvimento.
C) QUANTO AO PAPEL DA APRENDIZAGEM
Piaget acredita que a aprendizagem subordina-se ao desenvolvimento e tem pouco impacto sobre ele. Com isso, ele minimiza o papel da interação social. Vygotsky, ao contrário, postula que desenvolvimento e aprendizagem são processos que se influenciam reciprocamente, de modo que, quanto mais aprendizagem, mais desenvolvimento.
D) QUANTO AO PAPEL DA LINGUAGEM NO DESENVOLVIMENTO E Á RELAÇÃO ENTRE LINGUAGEM E PENSAMENTO
Segundo Piaget, o pensamento aparece antes da linguagem, que apenas é uma das suas formas de expressão. A formação do pensamento depende, basicamente, da coordenação dos esquemas sensorimotores e não da linguagem.Esta só pode ocorrer depois que a criança já alcançou um determinado nível de habilidades mentais, subordinando-se, pois, aos processos de pensamento. A linguagem possibilita à criança evocar um objeto ou acontecimento ausente na comunicação de conceitos.Piaget, todavia, estabeleceu uma clara separação entre as informações que podem ser passadas por meio da linguagem e os processos que não parecem sofrer qualquer influência dela. Este é o caso das operações cognitivas que não podem ser trabalhadas por meio de treinamento específico feito com o auxílio da linguagem. Por exemplo, não se pode ensinar, apenas usando palavras, a classificar, a seriar, a pensar com responsabilidade.
Já para Vygotsky, pensamento e linguagem são processos interdependentes, desde o início da vida. A aquisição da linguagem pela criança modifica suas funções mentais superiores: ela dá uma forma definida ao pensamento, possibilita o aparecimento da imaginação, o uso da memória e o planejamento da ação. Neste sentido, a linguagem, diferentemente daquilo que Piaget postula, sistematiza a experiência direta das crianças e por isso adquire uma função central no desenvolvimento cognitivo, reorganizando os processos que nele estão em andamento. 

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Construtivismo & Construcionismo

 


Paulo Freire & Seymour Papert - Vídeos: Parte 1 a 7
 O construtivismo é uma das correntes teóricas empenhadas em explicar como a inteligência humana se desenvolve partindo do princípio de que o desenvolvimento é determinado pelas ações mútuas entre o indivíduo e o meio. Esta concepção do conhecimento e da aprendizagem que derivam, principalmente, das teorias de Jean Piaget e da pesquisa socio-histórica de Lev Vygotsky, parte da ideia de que o homem não nasce inteligente, mas também não é passivo sob a influência do meio, isto é, ele responde aos estímulos do externos agindo sobre eles para construir e organizar seu próprio conhecimento, de forma cada vez mais elaborada.
Nesta concepção, o conhecimento não se traduz em atingir a verdade absoluta, em representar o real tal como ele é, mas uma questão de adaptação do organismo ao seu meio ambiente. Assim, o sujeito do conhecimento está o tempo todo modelando suas ações e operações conceituais com base nas suas experiências.O próprio mundo sensorial que se depara é um resultado das relações que se mantém com este meio, de atividade perceptiva para com ele, e não um meio que existe independentimente.
Na aquisição de novos conhecimentos o ser humano, segundo Piaget, adota dois procedimentos: a assimilação e a acomodação. Estes dois processos buscam reestabelecer um equilibrio mental pertubado pelo contato com um dado incompatível com aquilo que se conhece até então( princípio de equilibração).No primeiro caso aquilo com que se entra em contato é assimilado por um esquema já existente que então se amplia, no segundo, o dado novo é incompatível com os esquemas já formulados e então se cria um novo esquema acomodando este novo conhecimento. Este novo esquema será então ampliado na mediada em que o indivíduo estabelece relações com o meio.
Já o construcionismo é uma teoria proposta por Seymour Papert, e diz respeito a construção do conhecimento baseado na realização de uma ação concreta que resulta em um produto palpável desenvolvido com o concurso do computador, que seja de interesse de quem o produz. A esse termo frequentimente se associa o adjetivo contextualizado, na perspectiva de destacar que tal produto - seja um texto uma imagem, um mapa conceitual, uma apresentação de slides- deve ter vínculo com a realidade da pessoa ou com o local onde será produzido e utilizado. O construcionismo implica numa interação aluno-objeto, mediada por uma linguagem de programação.
Em relação aos vídeos visto em sala de aula, estes destacam a influência das novas ferramentas tecnológica no processo de ensino. A escola não pode ignorar essas ferramentas, precisa discuti-los, analizá-lo e utilizá-lo. Entretanto, para evitar ou superar o uso ingênuo dessas tecnologias, é fundamental as novas formas de aprender e de ensinar, bem como de produzir, comunicar e representar conhecimento possibilitadas por esses recursos, que favoreçam a democracia e a integração social.
As mudanças dos ambientes educativos com a presença de artefatos tecnológios e de linguagens próximas do universo de interesses do aluno proporcionam o acesso a uma gama diversas de manifestações de ideias, permitem a expressão do pensamento.
Cada docente pode encontrar sua forma mais adequada de integrar as várias tecnologias e procedimentos metodológicos. Mas também é importante que amplie, que aprenda a dominar as formas de comunicação interpessoal/grupal e as de comunicação audiovisual/telemática. É importante que cada docente encontre o que lhe ajuda mais a sentir-se bem, a comunicar-se bem, ensinar bem, ajudar o aluno para que ele aprenda melhor, saber reconhecer o ritmo e modo de aprendizagem dos alunos.
Maquina de ensinar de SKINNER, um equipamento que cria condições rápidas e apereiçõamento para um estudo efetivo. Aborda a questão da resolução de atividades programadas, com exercício fixativo, sendo que o aluno resolve a atividae e logo sabe se acertou a resposta. Esse conhecimento imediato tem dois efeitos leva mais rapidamente a formação do comporamento correto, o estudante aprende rapidamente a ser correto. Há também o efeito motivador, o aluno fica mais concentrado.
De fato, as tecnologias ampliam nossa visão de mundo, modificam as linguagens e propõem novos padrões éticos e as nova maneiras de aprender a realidade.

III SEMANA DE PEDAGOGIA DA UFC


LINHAS DE PESQUISA

As pesquisas são articuladas à estrutura curricular através das Linhas de Pesquisa, organizadas em Eixos Temáticos, integrando docentes e discentes nas atividades de investigação científica.

Desde a entrada no Programa, os candidatos optam por uma das Linhas e recebem orientação dos seus respectivos coordenadores.
As Linhas de Pesquisa são as seguintes:
Avaliação Educacional - NAVE
Desenvolvimento, Linguagem e Educação da Criança - LIDELEC
Educação, Currículo e Ensino - LECE
Filosofia e Sociologia da Educação - FILOS
História e Memória da Educação - NHIME
Marxismo, Educação e Luta de Classes - E-luta
Movimentos Sociais, Educação Popular e Escola - MovSoc
Trabalho e Educação - NTE

Avaliação Educacional - NAVE

Análise do desenvolvimento e/ou criação modebs em avaliação e instrumentos de medidas para uso em sala de aula, em projetos, e em sistemas educacionais. Avaliação do ensino fundamental e médio, de programas especiais e avaliação institucional. Definição e ampliação de instrumentos para avaliar o desempenho das instituições de ensino superior.

Coordenador: Prof. Cláudio de Albuquerque Marques
Desenvolvimento, Linguagem e Educação da Criança - LIDELEC

A Linha de Pesquisa Desenvolvimento, Linguagem e Educação da Criança tem dois grandes focos: a educação de pessoas com deficiências e a educação da criança pequena. Questões históricas, sociais, culturais e políticas relativas ao processo de desenvolvimento humano em ambientes educativos são partilhadas por esses dois focos.

As pesquisas acerca da educação de pessoas com deficiências, desenvolvidas pelo eixo Escola e educação inclusiva, têm se voltado tanto para práticas de intervenção específicas (como as relativas ao processo de aquisição da linguagem escrita por crianças e jovens com deficiência mental ou à aprendizagem de pessoas surdas ou com deficiência visual em contextos educativos), como a promoção da inclusão escolar nas redes regulares de ensino, na perspectiva de que esta inclusão constitui parte do processo de promoção da qualidade da educação oferecida a todos os usuários destes contextos.

As pesquisas relativas à Educação Infantil centram-se nas práticas pedagógicas e na formação de professores, havendo também interesse nas políticas públicas voltadas a essa etapa da educação. As práticas pedagógicas são tratadas numa perspectiva ampla que tem como referência a Pedagogia da Infância (eixo Educação infantil: práticas pedagógicas e formação de professores), mais focada nas práticas voltadas à aquisição da linguagem oral e escrita e trabalho com a literatura infantil (eixo Aprendizagem e ensino da linguagem escrita) ou nas práticas lúdicas (eixo Práticas lúdicas, discurso e diversidade cultural).

A formação de professores é um tema importante para a Linha Desenvolvimento, Linguagem e Educação da Criança, sendo investigada tanto a formação para o trabalho com pessoas com deficiências (no eixo Escola e educação inclusiva) como para a Educação Infantil (no eixo Educação infantil: práticas pedagógicas e formação de professores).

Coordenadora: Profa. Silvia Helena Vieira Cruz

Educação, Currículo e Ensino - LECE

Estudo de aspectos filosóficos, históricos, sócio-antropológicos, organizacionais e metodológicos do currículo, ensino e formação docente no âmbito das ciências humanas, exatas e da natureza, incluindo a análise do processo de implantação e de utilização de novas tecnologias na educação.

Coordenadora: Profa. Silvia Elizabeth Miranda de Moraes


Filosofia e Sociologia da Educação - FILOS

A linha de pesquisa "Filosofia e Sociologia da Educação" (FILOS) tem por objetivo discutir temas e problemas relacionados à Educação, sobretudo à Educação Brasileira, a partir de perspectivas teóricas diversas no âmbito da Filosofia e da Sociologia. Por outro lado, esse esforço teórico pluralista de problematização volta-se eminentemente para as questões que, em se tratando da Educação, vêm se apresentando como desafiantes em nossa contemporaneidade.

Coordenador: Prof. Enéas de Araújo Arrais Neto


História e Memória da Educação - NHIME

Estudo de temas que permitam identificar vínculos entre as ações do poder público e Educação, bem como aprofundar o conhecimento sobre o Estado em suas relações com as diversas formas de educação escolar e não-escolar.

Coordenador: Prof. José Gerardo Vasconcelos


Marxismo, Educação e Luta de Classes - E-luta

A linha Marxismo, Educação e Luta de Classes pretende aprofundar a investigação em torno dos elementos essenciais de compreensão do trabalho como fundamento ontológico do processo de reprodução social (Marx; Engels; Gramsci; Lukács); sobre esta base, permitindo o tratamento do complexo educacional, numa perspectiva histórica, como na contemporaneidade, de forma a recuperar as devidas conexões ontológicas entre uma proposta de educação emancipadora e a revolução socialista. Assume como marca investigativa por excelência, a análise radical e contextualizada dos fenômenos sócio-pedagógicos, ancorada na crítica marxista ontologicamente perspectivada. Nesse sentido, busca desvelar as mediações fundamentais que vinculam os chamados novos paradigmas epistemológicos afinados com as visões pós-marxistas, pós-modernas e neopragmáticas, hoje dominantes no cenário acadêmico e político-sindical e o processo de reprodução do capital, no contexto de sua crise estrutural (Mészáros).

Coordenadora: Profa. Josefa Jackline Rabelo


Movimentos Sociais, Educação Popular e Escola - MovSoc

Estudo das diferentes formas de educação que se correlacionam com os movimentos sociais, compreendendo seus objetivos, funções, estrutura e funcionamento. Análise das condições sob as quais operam os programas e as práticas educativas desenvolvidas pela escola na produção do saber social e sua apropriação.

Coordenadora: João Batista de Albuquerque


Trabalho e Educação - NTE

A linha de Pesquisa Trabalho e Educação tem como objetivo contribuir com a reflexão atinente ao campo da relação trabalho e educação, tal como se efetiva sob a vigência das leis que determinam o modo de ser das relações capitalistas contemporâneas, e de participar do amplo debate sobre o papel do Estado capitalista e da educação nesta quadra histórica. As professoras e alunos (mestrandos/as e doutorandos/as) membros dessa linha de pesquisa tomam como referencial teórico-metodológico básico a ontologia marxiana, desenvolvida posteriormente por Gramsci e Lukács, e na contribuição de intelectuais marxistas contemporâneos.

Coordenadora: Profa. Ana Maria Dorta de Menezes.

Síntese sobre o texto: o que são tecnologias e porque elas são essenciais

 

        A definição de tecnologia, caracteriza - se como um artefato cultural que viabiliza a interação entre pessoas. A tecnologia entendida como uma das linguagens a que o homem se utiliza enquanto comunicação é também uma construção social a qual se realiza e se amplia historicamente, servindo para a transformação das relações sócio-econômicas e culturais.
        Para facilitar a compreensão da aula, foi dado exemplos dinâmicos, ressaltando a evolução da criatividade do homem com o propósito de modificar a realidade vivida e sua adaptação no meio em que está inserido.
       A tecnologia no decorrer dos anos avançará de maneira que um único aparelho realizará a função de vários. O rádio irá para a internet, a televisão também e entre outros. Conseqüentemente todas essas mudanças tecnológicas iram refletir diretamente na vida das pessoas, aproximando culturas diferentes e aumentando o consumismo exacerbado. É neste contexto que a mercado capitalista se destaca com ofertas de produtos cada vez mais modernos, atraindo a atenção do consumidor que quer ficar próximo da modernidade padronizada.
     KENSKI, V. M. O que são tecnologias e por que elas são essenciais. Em: Educação e Tecnologias: O Novo ritmo da Informação. Campinas, SP: Papirus, 2007.


01. O que entedemos sobre o termo: tecnologias, isso serve para fazer a guerra?
A ação bem-sucedida de grupos "armados" desencadeou novos sentimentos e ambições em nossos ancetrais. Novas tecnologias foram sendo criadas não para defesa, mas para o ataque e a dominação. A posse de equipamentos mais potentes abriu espaço para organizações de exércitos que subjugaram outros povos por meios de guerras de conquista ou pelo dominio cultural. Assim, sucessivamente, com uso de inovações tecnologicas cada vez mais poderosas, os homens buscavam ampliar seus domínios e acumular cada vez mais riquezas.

02.Qual a relação entre Educação, Poder e Tecnologias?
Educação também é um mecanismo poderoso de articulação das relações entre poder, conhecimento e tecnologias. A escola também exerce o seu poder em relação aos conhecimentos e ao uso das tecnologias que farão a mediação entre professores, alunos e os conteúdos a serem aprendidos.
Por sua vez, na ação do professor na sala de aula e no uso que ele faz dos suportes tecnologicos que se encontram a sua disposição, são novamente definidas as relações entre o conhecimento a ser ensino, o poder do professor e a forma de exploração das tecnologias disponiveis para garantir melhor aprendizagem pelos alunos.

03. Podemos considerar a evolução tecnologica responsável pela evolução socio-cultural do homem, em diferentes contextos históricos?
A evolução social do homem confunde-se com as tecnologias desenvolvidas e empregadas em cada época. Diferentes periodos da história da humanidade são históricamente reconhecidos pelo avanço tecnologico correspondente.
Ex.: As idade da pedra, do ferro, do ouro correspondem ao momento histórico-social em que foram criadas "novas tecnologias" para o aproveitamento desses recursos da natureza, de forma a garantir melhor qualidade de vida.

Questionário sobre o que é blog

o que é blog...Um blog (contração do termo "Web log"), também chamado de blogue em Portugal, é um site cuja estrutura permite a atualização rápida a partir de acréscimos dos chamados artigos, ou "posts". Estes são, em geral, organizados de forma cronológica inversa, tendo como foco a temática proposta do blog, podendo ser escritos por um número variável de pessoas, de acordo com a política do blog.

o que é um microblog...

Micro-blogging é uma forma de publicação de blog que permite aos usuários que façam atualizações breves de texto (geralmente com menos de 200 caracteres) e publicá-las para que sejam vistas publicamente ou apenas por um grupo restrito escolhido pelo usuário. Estes textos podem ser enviados por uma diversidade de meios tais como SMS, mensageiro instantâneo, e-mail, mp3 ou pela web.
O serviço de micro-blogging mais popular chama-se Twitter lançado em 2006 e venceu o Web Award na categoria blog no South by Southwest Conference 2007 em Austin, Texas..[1] No entanto, recentemente muitos novos serviços com a mesma finalidade foram lançados, tais como o Pownce, que une micro-blogging e compartilhamento de arquivos. Também há serviços de micro-blogging locais voltados para determinadas nacionalidades, tais como o Frazer na França e na Alemanha, PlayTalk na Coréia do Sul, Fanfou na China e o TeLog[2] utilizado no Brasil.
As populares redes sociais Facebook, MySpace e Orkut também possuem recursos de micro-blogging, chamados "status update" (atualização do status).

Qual a relevancia de um blog em nossa concepção...
Ele é importante para pessoas que se propõem a trabalhar juntas ou individualmente, participando ativamente das iniciativas e contribuindo com bens e serviços para o desenvolvimento de uma atividade  de proveito de todos.Divulgando assuntos do seu dia a dia.

Aspectos positivos e negativos no uso do blog... fornecem comentários ou notícias sobre um assunto em particular; outros funcionam mais como diários online. Um blog típico combina texto, imagens e links para outros blogs, páginas da web e mídias relacionadas a seu tema. A capacidade de leitores deixarem comentários de forma a interagir com o autor e outros leitores é uma parte importante de muitos blogs. Alguns sistemas de criação e edição de blogs são muito atrativos pelas facilidades que oferecem, disponibilizando ferramentas próprias que dispensam o conhecimento de HTML. A maioria dos blogs são primariamente textuais, embora uma parte seja focada em temas exclusivos como arte, fotografia, vídeos, música ou áudio, formando uma ampla rede de mídias sociais.
Qual o nosso interesse no blog em relação a nossas vidas profissionais...Desempenha um papel importante na a formalizaçãode temas estudados, como forma de representar problemas decidíveis,  os que são susceptíveis de redução a operações elementares básicas, capazes de serem reproduzidas através dacomunicação e divulgação do nosso trabalho. Um recurso característico dos blogs é a possibilidade de interação do visitante, respondendo ou opinando em relação aos artigos postados.